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Home » Arquivos agosto 2010

27
ago

Cerveja de avelãs? Aqui tem!

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ROGUE HAZELNUT BROWN NECTAR

Uma cerveja fantástica. Definitivamente, a cara da nova escola cervejeira americana, repleta de inovação e ousadia, sem abrir mão da qualidade.

A coloração é ocre, com grande turbidez. O creme, embora denso, é fugaz, permanecendo por pouco tempo no copo.

No aroma, uma verdadeira festa de avelãs, além de café e chocolate ao leite.

No sabor, porém, é que a breja descortina suas inúmeras nuances. Tudo começa com avelãs e maltes tostados. As avelãs, aos poucos, vão tomando o paladar, numa avalanche. O final remete ao chocolate e ao café. A carbonatação é baixa, e o corpo é muito bom.

Imperdível, quer se goste ou não do estilo.

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27
ago

DeuS Brut des Flandres

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A Deus Brut des Flandres é uma cerveja especialíssima em função da sua técnica de elaboração, conhecida por champegnoise. Confira, passo a passo, como a breja é elaborada:

  • A largada é na Brasserie Boosteels, onde a Deus é fermentada por duas vezes;
  • O líquido é transportado para a região de Champagne, na França (daí o método ser conhecido por champegnoise), onde recebe mais açúcares e fermentos, e é posto para maturar por no mínimo 12 meses em barris de carvalho;
  • A breja é posta em garrafas — por sinal, as mesmas que são usadas no célebre champagne Dom Pérignon, da casa Moët&Chandon — que são submetidas à técnica da remuage, na qual um profissional as gira diariamente, no mesmo sentido, cada vez inclinando um pouco, até ficarem com os gargalos totalmente voltados pra baixo;
  • Após essa fase, congela-se somente os gargalos, nos quais se depositaram os fermentos e demais borras, os quais são expulsos pela própria pressão do líquido;
  • Adiciona-se à garrafa um pouco da cerveja previamente pronta apenas para preencher o espaço vazio resultante da expulsão dos fermentos congelados. Deus está pronta.

Servida gelada em taças flûte de champagne, o perlage (creme) é consistente e perolado. No aroma, festa! Fermento, carvalho, cítrico, vinho branco, erva-doce, manjericão… Quanto mais se inspira, mais se descobrem novos matizes aromáticos. No paladar, quatro palavras descrevem a divindade: Complexidade, leveza, balanceamento e sofisticação. O álcool (11,5%!) praticamente desaparece ante aos sabores frutados (pêra e damascos) e florais. No Ranking BREJAS, Deus recebe a respeitabilíssima nota 4,22.

Deguste essa raridade no Bar Brejas!

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26
ago

Wäls Pilsen e Tripel

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WÄLS PILSEN

Antes de tudo, vamos separar o joio do malte: As cervejas “macro”, que usualmente se toma em boteco, não são tecnicamente consideradas Pilsen. Segundo o BJCP, Brahma, Skol e quetais são Standard American Lagers. O que torna essa breja realmente especial, já que é uma das poucas cervejas nacionais no verdadeiro estilo Pilsen, ou Bohemian Pilsener, a exemplo de brejas tchecas “fundadoras” da variedade, como a Budweiser Budvar e a Pilsner Urquell. Já no delicioso aroma é possível sacar as diferenças. Assomam lúpulo e o malte, além de sugestões de fermento e um leve floral. Na boca, inicia adocicada, refrescante e com evidência de malte. O final, amargo e adstringente, é longo e lupulado. Trata-se de uma excelente breja, plenamente adequada ao estilo proposto, pelo que recebe a nota média 3,43 no Ranking BREJAS, “empatando” com a Dana Bier Cecília Lager como melhor cerveja Pilsen nacional e automaticamente ingressando no nosso panteão das Melhores Cervejas Nacionais.

WÄLS TRIPPEL

Já de início, a breja dá as boas-vindas ostentando um belo creme bege denso, consistente e persistente sobre uma coloração alaranjada levemente turva. No aroma é que está o ponto forte, no qual se apresentam damascos, maltes, leveduras e sementes de coentro. O doce sabor acompanha bem o aroma, com presença de frutas cristalizadas e álcool evidente (9%) que no início parece destoar, mas se encaixa no conjunto ao final da degustação. A carbonatação é alta e o final é longo. No retrogosto, notas levíssimas de tostado. Uma breja notável, que recebe a nota média 3,83 no Ranking BREJAS.

Como sempre, convidamos nossos leitores a dividir suas experiências conosco, vindo ao Bar Brejas e degustando essas delícias!

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25
ago

Trappist Achel

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A Achel Trappist Blond ostenta uma coloração dourada levemente turva, e o denso creme impressiona pela persistência. No aroma e no sabor, notas cítricas e adocicadas, remetendo a pêras e damascos. A alta carbonatação valoriza o equilibradíssimo conjunto deixando uma sensação de adstringência, o que favorece degustá-la saboreando queijos mais gordurosos (eu tentei com parmesão, e ficou de chorar…). O final é longo, delicado e frutado.

Já a Achel Trappist Brune consegue melhorar o que já era ótimo. A espuma bege é simplesmente perfeita, lembrando mousse. De coloração avermelhada, o aroma exala um fantástico floral, além de malte, toques amadeirados e de especiarias. Tudo isso também pode ser identificado no sabor, conferindo grande harmonia e complexidade à breja. O corpo é licoroso, o álcool é bem inserido e o final é longo, levemente amargo e delicioso.

A Achel é uma das sete Abadias da ordem Trapista no mundo autorizadas a produzir cervejas, algumas delas consideradas as melhores do planeta por inúmeros especialistas, e parte da sua renda é revertida para obras assistenciais em países africanos.

Achel Blond e Brune estão disponíveis aos degustadores que forem ao Bar Brejas!

  • SAIBA MAIS!

– Conheça um pouco mais sobre o modo de vida dos monges Trapistas clicando AQUI;

Westvleteren, a “rainha” das cervejas Trapistas.

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24
ago

Bambergt Schwarzbier

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A coloração é preta, e o creme é esse que o leitor vê na foto: denso, consistente e persistente. A preponderância no aroma e no sabor é o malte torrado, que literal e deliciosamente toma de assalto os sentidos. De quebra, há sugestões de chocolate e café. O final é longo, seco e tostado. Essa é a Bamberg Schwarzbier, disponível no Bar Brejas. 

“Schwarz”, em alemão, significa “preta”. Mas não vá muito longe nas comparações. Chatices estilísticas à parte, a schwarzbier é realmente preta, e não marrom como a dunkel. Tampouco é porter ou stout, uma vez que o lúpulo é mais perceptível e, afinal, pertence à família das lager (baixa fermentação). Espere saborear uma breja leve e encorpada ao mesmo tempo, fácil de beber e com marcante presença do malte torrado — e não defumado, como a rauchbier.

Elaborada pela Cervejaria Bamberg, de Votorantim (SP), especializada em brejas de estilos alemães e seguidora da Lei de Pureza da Baviera (Reinheitsgebot), essa pretinha é, decididamente, uma cerveja de alma e caráter. Não perca!

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23
ago

Falke Estrada Real / Ouro Preto

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Quem conhece o mineiro Marco Falcone, um dos proprietários da microcervejaria Falke Bier, tem de concordar que se trata de uma das pessoas mais simpáticas do meio cervejeiro. O trato pessoal é alegre, o papo é descontraído e as idéias fluem com a velocidade de uma torrente. Falcone é daqueles “malucos do bem” que desenham a cada dia o cenário das cervejas artesanais do país, a despeito de todas as dificuldades que o setor atualmente enfrenta. Sem dúvida, é um idealista.

No Bar Brejas, duas das maravilhosas criações do gênio:

  • ESTRADA REAL IPA FALKE BIER – Idealizada em parceria com o Instituto Estrada Real, entidade criada para incentivar o potencial turístico dessa região mineira, a coloração da breja é âmbar e o creme é branco, consistente e  persistente. No aroma, além do lúpulo herbal típico do estilo, sobressai a levedura. O lúpulo é mais evidente no sabor, deixando também a sugestão de biscoito. O corpo é suave, e o final é seco e amargo, pedindo novos goles. No geral, deixou a impressão de uma india pale ale um tantinho mais suave que outras disponíveis no mercado, embora seja uma grande cerveja.
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  • FALKE BIER OURO PRETO – Em nossa opinião, a verdadeira surpresa da dupla de novidades. O prazer dessa schwarzbier já começa na apresentação, cujo rótulo emula a silhueta de uma igreja da cidade mineira. A coloração é negra aveludada, e o creme bege é denso e consistente. O aroma se volatiza aos poucos enquanto a breja vai esquentando no copo, revelando malte tostado, pão de centeio e levedura. No sabor, a cerveja explode em sensações de chocolate amargo, café e tostado soberbamente equilibrados. O final é longo, levemente tostado e amargo, com o predomínio do café, premiando uma excelente drinkability. Uma breja não menos do que ótima, dentro do estilo proposto.

Excelentes cervejas, de uma excelente cervejaria, capitaneada por uma excelente figura humana. O que mais nós, degustadores, poderíamos desejar?

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22
ago

Fuller´s Vintage Ale

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 fullersvintageale

A Boxer do Brasil, umas das mais importantes importadoras de cervejas premium do país, traz com exclusividade a cerveja Vintage Ale 2008, produzida pela Fuller’s, cervejaria inglesa de tradição do Reino Unido.

As Vintage Ale são edições anuais de receitas especiais que existem desde 1997. Quem decide quais ingredientes irão entrar em cada edição é o mestre-cervejeiro John Keeling.

A cada ano são combinados os melhores maltes e lúpulo da safra além da adição de levedura na garrafa, processo conhecido como bottle-conditionning, ou seja, o fermento continua agindo, fazendo com que a breja desenvolva novos aromas e sabores ao longo dos anos. O alto nível de álcool e a generosa adição de lúpulos também colaboram para a longa duração.

As garrafas são numeradas e só possuem data de validade porque a cervejaria é obrigada a colocar. Várias experiências comprovaram ao longo dos anos que, mesmo sendo abertas após a validade, apresentam uma fantástica evolução. Como vários vinhos, as “cervejas de guarda” melhoram com o tempo.

A Fuller´s Vintage Ale 2008 possui um tom castanho avermelhado. No copo forma uma espuma cremosa e moderada, que não tem grande continuidade, mas volatiza notas aromáticas de passas e algum malte torrado. Na boca, o líquido cremoso inunda as papilas suavemente, mas com densos sabores a maltes e frutas secas.

O preço médio da breja para venda ao consumidor final, em empórios e lojas de cerveja na internet, é de  R$ 59,00.

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21
ago

Lamas TNT: Vamos enfiar o pé na jaca?

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lamasmamute“O sujeito não se torna um Lama, ele tem que nascer Lama”.
 
É com essa enigmática “profundidade” que David Figueira, chapéu de feltro, óculos escuros e uma incurável joie de vivre, definiu as bases filosóficas da sua turma, formada há cerca de 8 anos enquanto todos ainda eram estudantes de Física na Unicamp. A “Sociedade Pseudo-secreta” Lamas Bier Cerveja Artesanal possui seu próprio léxico: Define-se como “missas” os encontros realizados às quintas-feiras onde a galera bota o papo em dia em torno do “cálice sagrado” (cerveja, claro). “Templo” é o bar da vez. Ao longo dos anos foram incontáveis missas, em número de fazer inveja à Santa Sé. O significado da logomarga da turma — um mamute enfiando o pé numa jaca — cabe à imaginação de quem perguntar, e faz parte de um dos mistérios Lamas.

Toda essa irreverência, porém, não esconde o lado mais sério da turma: Os caras são cervejeiros caseiros de mãos cheias. Estudam o assunto com profundidade, respeitam estilos, desenvolvem equipamentos, engendram modificações de matérias-primas, suam a camisa, arriscam processos cervejeiros, inovam, criam resultados. Bons resultados.

Estreando no Domingo da Cerveja Caseira, os Lamas poderão, enfim, mostrar ao público a cara mais festiva — e gostosa — da explosão cervejeira caseira que o país vem experimentando. Em cena, a Lamas Bier TNT. Com a palavra, um dos cervejeiros da trupe, Francisco Rouxinol:

“O que acontece quando pegamos maltes especiais, apenas usados em pequenas quantidades em receitas de cervejas, e fazemos uma cerveja apenas com eles? Os Lamas Bier pegaram um estilo clássico inglês, o Extra Special/Strong Bitter – ESB, e fizeram uma cerveja apenas com Maltes Especiais! Como uma cerveja inglesa clássica, a TNT é uma cerveja artesanal feita pela LAMAS BIER para elevar o prazer de tomar uma cerveja ao máximo! A TNT é uma cerveja forte com um sabor acentuado de malte e amargor moderado”.

A lista de maltes é enorme: Vienna, Munique, Melanoidina, Caraaroma e Caramunique. A breja tem 5.6% de potência alcoólica e 44 IBU´s, utilizando os lúpulos Hallertauer Magnum e Fuglles. Dá pra perder?

Domingo da Cerveja Caseira acontece todos os domingos no Bar Brejas, em Campinas (SP), e em cada final de semana uma cerveja caseira é a escolhida para ser vendida aos clientes, a fim de divulgar a cultura da cerveja artesanal. Os preços serão sempre determinados pelo próprio cervejeiro.

Serviço

Domingo da Cerveja Caseira

Local: Bar Brejas – Rua Conceição, 860, Cambuí, Campinas (SP)

Quando: Dia 22 de agosto, das 17:30 em diante (o Bar estará aberto normalmente)

Valor: R$ 6,00 a caldeireta (350ml) da cerveja caseira Lamas Bier TNT (limitado à quantidade em estoque). O Bar Brejas não cobra entrada nem consumação mínima.

Informações: Fone (19) 3251-7912

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21
ago

Brooklyn Local 1: Cerveja pelo “Método Brooklynaise”

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brooklynlocal1 A Brooklyn Local 1, leva maltes e lúpulos alemães, açúcar das Ilhas Maurício e levedura belga.

Mais do que os ingredientes, o que causa espécie nessa breja é a sua forma de fabricação. O cervejeiro Garret Oliver inventou um método que batizou de Brooklynaise — uma corruptela alusiva ao método champegnoise, utilizado em brejas como Deus Brut des Flandres e Eisenbahn Lust.

Funciona assim: Após a primeira fermentação no tanque, a breja é filtrada e toda a levedura é retirada. Então, uma nova dose de fermento é acrescentada, juntamente com outra de açúcar, e o líquido — ainda totalmente flat, ou seja, sem gás — é posto nas garrafas vedadas com rolha.

Toda a produção é então acondicionada nas “salas de refermentação”, onde as garrafas permanecem duas semanas em uma temperatura de 77 graus Fahrenheit (perto de 25 graus Celsius) . Nesse período, as leveduras consomem todo o açúcar, o que confere à cerveja uma carbonatação 100% criada na própria garrafa. Após mais algumas semanas de maturação em temperaturas mais baixas, a breja está pronta.

O resultado é uma belgian golden strong ale de inspiração europeia aliada à criatividade americana. O creme é denso, consistente e possui a textura de algodão doce, coroando o líquido alaranjado intenso e levemente turvo. O aroma é fortemente cítrico, rescendendo a casca de laranja e um toque de damascos, mas deixando o lúpulo bastante em evidência.

No sabor, o dulçor característico do estilo domina a boca. É onde também se faz sentir mais fortemente o cítrico e as assertivas lupuladas do aroma, que fazem um delicioso contraponto e conferem equilíbrio ímpar à breja. O álcool (9% ABV) é muito bem inserido no conjunto e o final é longo, doce e levemente lupulado.

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20
ago

Eisenbahn Joinville Porter

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A coloração é preta aveludada e a espuma é maravilhosa: bege, densa, consistente e persistente. No aroma e no sabor, um perfeito equilíbrio entre as notas doces dos maltes utilizados com um suave amargor de torrefação, mas nada agressivo. O aroma ainda presenteia com um discreto floral do lúpulo da variedade Styrian Goldings.

No sabor, o lúpulo de amargor Galena é perceptível, mas fica em segundo plano. Assomam, ao contrário, percepções de chocolate e torrado, além de um leve café. A carbonatação é na medida e o longo final também remete ao café e ao caramelo. Uma grande cerveja dentro do seu estilo, a qual impressiona também pela ótima drinkability.

As últimas unidades (a produção foi limitada) ainda se encontram disponíveis no Bar Brejas!

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